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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

ALERTA: Juiz interrompe mandato da Ordem Executiva.

"Esta é uma ordem injusta, arbitrária e totalmente lesiva contra as famílias imigrantes." Pr. Marcos Aurélio Nogueira, porta-voz do BMNET - Brazilian Ministers Network

BOSTON - Ontem (16/2/2015) o Juiz da Corte Distrital Andrew S. Hanen em Brownsville, Texas, emitiu uma liminar que bloqueia temporariamente o processo dos programas de ações executivas, que foram estabelecidos por ordem executiva em 20 de novembro de 2014. 

A decisão empurra temporariamente de volta a data de início para milhões de imigrantes trabalhadores para cadastrar e candidatarem-se a autorizações de trabalho, que estava planejado para começar no dia 18 de fevereiro de 2015 para a parte do programa presta socorro aos imigrantes que chegaram aqui como crianças, conhecido como DACA. O programa maior DAPA que proporciona um alívio temporário para os pais de filhos que sejam cidadãos americano ou residente permanentes e estava programado para começar em Maio.

"Os imigrantes em Massachusetts irão avançar, independentemente da decisão de hoje, e continuarão se preparando para os programas de acção diferidos que dará dentre estes 65.000 homens, mulheres e crianças a oportunidade de viver, trabalhar e regularizar o seu emprego nos Estados Unidos." disse Eva Millona, diretora executiva Eva Millona, Executive Director of the Massachusetts Immigrant and Refugee Advocacy Coalition (MIRA) "Estamos confiantes de que a liminar será levantada pelo 5º Circuito, e que a ação será derrotado. Aplaudimos Procuradoria Geral Maura Healey para assinar com o amicus arquivado em apoio aos programas de ação diferida."

"Esta decisão deste juiz é um golpe político, anti-imigrante", disse Magalis Tronocoso, Diretora Executivo do Dominican Development Center. "Nós lutamos difícil para essa vitória. Nós não vamos deixar ninguém tirar isso de nós. vamos ganhar a ação no tribunal de apelação, e, em seguida, continuar a lutar por uma solução permanente que inclua um caminho para a cidadania para todos os 11 milhões. "

"Esta é apenas a primeira rodada em um longo, puxado processo legal." disse John Willshire-Carrera, co-manager do Harvard Immigration and Refugee Clinic em Greater Boston Legal Services. "Centenas de juristas concordam que ação executiva do presidente em matéria de imigração são constitucionais e dentro de sua autoridade. Estamos confiantes de que o sistema judicial acabará por rejeitar essa ação no mérito menos que só desperdiça o dinheiro do contribuinte, disenfranchises trabalhadores imigrantes e suas famílias, e rouba muita receita necessária das economias estaduais."

Enviado por


Cristina Aguilera 
MIRA Director of Organizing
caguilera@miracoalition.org
617-999-5919 (cell)


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Proteção de deportação para 5 milhões de imigrantes

A administração Obama começará a aceitar aplicações nesta primavera de imigrantes indocumentados para pedirem o impedimento de suas deportações. 


Este é um dos benefícios que indocumentados poderão se beneficiarem nos termos do novo programa de acção executiva do presidente Barack Obama.

Aqueles que se qualificarem serão concedidos proteção por três anos.

Medida beneficiará 5 milhões de pessoas


sábado, 15 de novembro de 2014

Presidente Obama usará ação executiva para legalizar milhões de indocumentados.

O presidente Obama está planejando revelar um plano para reformar a política de imigração através de uma ação executiva - incluindo a suspensão das deportações para milhões - já na próxima sexta-feira (21/11/2014)

O projeto do plano contém 10 iniciativas que abrangem tudo, desde aumentar a segurança nas fronteiras e aumento de salário para os agentes de imigração.

E milhões poderão obter um indulto de deportação sob o que é conhecido como "ação diferida".

O plano prevê a expansão da ação diferida para os imigrantes ilegais que vieram para os EUA quando crianças - mas também para os pais de cidadãos americanos e residentes permanentes legais.

Por último poderá permitir que mais de 4,5 milhões de adultos imigrantes indocumetados com filhos nascidos nos Estados Unidos possam permanecer no país.

Críticos no Senado dizem que aqueles que recebem a ação diferida, de acordo com Serviço de Cidadania e Imigração, receberão a autorização de trabalho nos Estados Unidos, Social Security e IDs emitidos pelo Governo.

Haverá também a expansão da ação diferida para os jovens. 

Em junho de 2012, Obama criou um tal programa para imigrantes ilegais que vieram para os EUA quando crianças antes de Junho de 2007 e tinham menos de 31 anos em Junho de 2012. 

A mudança irá expandir e cobrir qualquer um que entrou antes de completar 16 anos, e extender de Junho de 2007 para 1 de janeiro de 2010. 300 mil jovens, segundo estimativas, estarão elegíveis.

As ações de Obama irão extender também oportunidades para os imigrantes legais que têm habilidades de alta tecnologia, transferir recursos de segurança adicionais para a fronteira sul do país, renovar um programa de fiscalização da imigração controverso chamado "Comunidades Seguras", e fornecer orientações mais claras para as agências que fazem cumprir as leis de imigração acerca de quem deveria ser uma prioridade baixa para a deportação, especialmente aqueles imigrantes com fortes laços familiares e sem antecedentes criminais graves.


domingo, 8 de setembro de 2013

Igreja Católica faz ofensiva por reforma imigratória nos EUA

Domingo, 8 de setembro de 2013 16h36


DA BBC BRASIL 

Os católicos americanos que forem à missa neste domingo deverão ouvir um sermão dedicado à defesa da reforma nas leis de imigração do país.

A mensagem será transmitida em inúmeras paróquias de leste a oeste dos Estados Unidos, em uma ação coordenada pela Igreja Católica.

O objetivo é pressionar a Câmara dos Representantes (a câmara baixa do Congresso), onde a maioria é republicana, a aprovar uma reforma que garanta aos 11 milhões de imigrantes em situação ilegal no país a possibilidade de conseguir a cidadania americana.

A ofensiva, iniciada no mês passado, ganha força neste fim de semana, às vésperas do retorno dos congressistas a Washington, após o recesso de verão.

"O Senado dos EUA aprovou uma legislação que prevê ampla reforma migratória com grande maioria. ''

A Câmara dos Representantes atualmente está avaliando se aborda uma lei de reforma migratória que possa oferecer alívio a milhões de pessoas e suas famílias", diz uma carta da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB, na sigla em inglês) enviada a paróquias de todo o país.
"Agora é a hora de contatar seus deputados e pedir que aprovem a reforma", afirma o documento. 
AÇÕES

A missa de 8 de setembro é apenas uma das diversas ações já em curso. 
Em todo o país, bispos, padres e outros líderes religiosos estão empenhados em telefonemas, troca de mensagens e encontros pessoais com deputados católicos em suas áreas de atuação - especialmente os republicanos, que resistem à reforma defendida pelo presidente Barack Obama.

;"Temos uma estratégia de promover encontros com todos os membros do Congresso da nossa área", disse em entrevista à BBC Brasil o diretor da secretaria de Vida, Justiça e Paz da Arquidiocese de Los Angeles, Jaime Huerta. 
"São grupos pequenos, de seis a 12 pastores, padres e bispos, todos do distrito do deputado em questão, seus eleitores. Queremos nos encontrar com eles cara a cara, não com seus assessores. 

Que eles escutem diretamente de seus eleitores católicos a posição da Igreja sobre uma ampla reforma migratória", afirma Huerta.

A Arquidiocese de Los Angeles é a maior dos EUA. Mas o esforço envolve arquidioceses e dioceses de diversos Estados.
Além desses encontros, também estão ocorrendo marchas em todo o país, algumas com duração de vários dias, passando por áreas de influência dos congressistas, na tentativa de angariar apoio à causa.
Na semana passada, mais de mil pessoas marcharam até o escritório do congressista republicano Ed Royce, em Brea, perto de Los Angeles.
"Por seis meses tentamos marcar um encontro, mas ele estava sempre ocupado. Então decidimos organizar uma procissão, com a participação das 16 paróquias católicas de seu distrito", diz Huerta.
Royce acabou se reunindo com um grupo de 27 líderes religiosos. 
IMPACTO

Outros grupos religiosos também vêm promovendo ações em defesa da reforma migratória, mas a expectativa é que o envolvimento da Igreja Católica tenha um impacto maior no Congresso, onde 30% dos parlamentares seguem a religião.
"Acredito que a autoridade moral da Igreja, combinada com um forte argumento econômico em favor da reforma, dá aos parlamentares conservadores uma posição confortável para apoiar a mudança", disse à BBC Brasil a vice-residente de políticas de imigração do Center for American Progress, Angela Kelley.
Ela lembra que a Igreja exerceu papel importante em outras discussões recentes no país, como o aborto ou os contraceptivos.
A Igreja afirma que sua posição sobre a imigração está ancorada no ensinamento religioso de que é obrigação de um bom governo "receber os estrangeiros com caridade e respeito".
Muitos dos católicos americanos são latinos, grupo especialmente afetado pelas leis de imigração. Huerta, no entanto, lembra que várias outras comunidades também sofrem o impacto.
"Esta não é uma questão apenas latina", afirma. 
DIFICULDADES

Apesar da empolgação dos envolvidos na campanha, ainda há muitas dificuldades até que se chegue a uma ;reforma como a pretendida por Obama.
Em junho o Senado - onde a maioria é democrata - aprovou uma proposta. Mas o tema enfrenta resistência na Câmara. Muitos republicanos são contra a possibilidade de cidadania para imigrantes ilegais.
A expectativa era de que os deputados votassem a reforma em meados de outubro, mas nos últimos dias cresceram os rumores de que a discussão pode ser adiada para 2014, já que restam menos de 40 dias úteis de trabalho no Congresso até o fim do ano e há outros assuntos considerados mais urgentes na pauta.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Para quem não apoia a Causa do Imigrante. (Versão Popular)

Josimar Salum (*)

Na região de Boston onde vivo os esforços para unir pessoas imigrantes em torno de uma causa comum não são facilmente recompensados. Geralmente pessoas se unem em função de coisas e de seus próprios interesses e não de causas.

Todos sentem necessidade de pertencer a um grupo, porque quando nascemos somos inseridos em nossa família. Os grupos mais comuns entre os Brasileiros são as igrejas católicas, os membros de igrejas de denominações evangélicas unidos em função de sua igreja local, as uniões e fraternidades de pastores, os grupos de igrejas de diversas denominações evangélicas unidas em torno de uma "visão", as sociedades como maçons, Rotary clubes e agremiações esportivas.

Dentro destas uniões ocorrem muitas divisões em função de disputas de poder, da insatisfação de lideres com outros lideres, de questões morais e escândalos financeiros, da quebra de relacionamentos de pessoas de destaque do grupo, e no caso específico de igrejas evangélicas as discórdias doutrinárias tem sido as causas mais comuns de divisão.

Quando as crises de relacionamentos acontecem, por exemplo, dentro das igrejas católicas a organização é sempre preservada ainda que haja rupturas entre membros. Até em igrejas batistas ocorre o mesmo. Divisões são acomodadas com a denominação apoiando a fundação de outra igreja para manter os fieis todos como sendo batistas.

Este fenômeno não ocorre com a mesma frequência entre outras igrejas evangélicas. Essas igrejas são parecidas com colmeias, de vez em quando soltam enxames. Uma rainha é levantada no grupo e leva seu grupo de operários para outra localidade. E as abelhinhas já não trabalham mais juntas, senão cada uma somente em favor de sua própria colmeia.

Tem ocorrido sucesso de algumas causas no meio imigrante brasileiro quando o alvo é a ajuda humanitária. O sentimento de solidariedade de cada indivíduo propulsiona sua participação  para socorrer algum enfermo no hospital, no despacho do corpo de um ente querido falecido para o Brasil e de outras causas semelhantes.


Nestes tempos atuais quando a discussão de uma Reforma Imigratória incendeia o Congresso Americano e a própria Sociedade Americana, será que este assunto tornar-se-á uma Causa comum que imigrantes documentados e indocumentados unir-se-ão para batalharem juntos pelo seu sucesso?

Todo imigrante indocumentado vive o sonho de sua legalização. O desejo principal do brasileiro é visitar seus familiares e retornar aos Estados Unidos para continuar vivendo sua vida. Este é de fato o sentimento básico e determinante na sua aspiração de tornar-se um imigrante residente legal e colocar-se na trilha para tornar-se um cidadão.

O direito mais fundamental e sublime de um cidadão é poder votar e ser votado para cargos de liderança política. Entretanto, pesquisando por conta própria, constatei que para 90% dos brasileiros  este é o direito para o qual  não dá o mínimo de importância. 

O debate político esquentado por Brasileiros nas últimas Eleições Presidenciais foi motivado somente pelas questões imigratórias. O resto das questões político-sociais dos Estados Unidos  simplesmente não lhes interessa.

E o que tem ocorrido é que o imigrante brasileiro legalizado e cidadão não demonstra nenhuma vontade de se envolver na luta dos que estão na fila para a legalização. Se existe ainda alguém de sua família que precisa se legalizar é possível então que se desperte nele ou nela algum interesse em participar do processo.

Conheço inúmeros brasileiros que depois que conseguiram seu “Green Card” esquecem-se dos outros que ainda estão na luta por esta conquista. Conheço outros que depois que tornaram-se cidadãos desprezam seus conterrâneos e não fazem nada para os ajudarem a conquistar também seus direitos de cidadania plena neste país. 

Penso que cada Brasileiro cidadão americano deveria se solidarizar e fazer tudo quanto pode para que outros imigrantes sejam integrados na Sociedade Americana com plenos direitos.

Nesta discussão é importante ressaltar que o imigrante legal paga seus impostos porque em seu processo de legalizado lhe foi exigido acertar as contas com o Governo. Grande parte dos assim denominados ilegais também pagam seus impostos e terão que acertar sua conta total ao entrarem no processo de sua legalização, doutro modo, jamais serão aprovados.

É fato constatado que milhões de cidadãos, nascidos na Terra, não pagam "Income Tax" na proporção direta de que milhões de ilegais já pagam seus impostos.
De fato, todos os habitantes da terra pagam muitos impostos quando fazem suas compras, quando registram e abastecem seus veículos, pagam suas contas de luz, água, cabo, internet e gás, quando viajam de trem, ônibus e avião, pagam pedágio e pagam uma infinidade de taxas e obrigações.

Este debate sem pé e sem cabeça e preconceituoso dos conservadores que só pensam em si mesmos de que imigrante não paga imposto deveria dar um passo avante. 

Todos nós, de um modo ou de outro, imigrantes  ou descendentes deles  devemos nos envolver nesta grande frente de Solidariedade para com milhões de pessoas, novos e velhos, que como todo mundo, pisaram e andam dentro deste solo abençoado para viver o verdadeiro Sonho Americano: a Liberdade!

Josimar Salum é um dos líderes do Movimento Brasileiro pela Cidadania www.euqueroficar.com e endossa  www.minhasolucaototal.com Confira!

Publicado originalmente na Bate Papo Magazine

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Para quem não apoia a Causa do Imigrante.

Josimar Salum (*)


Na região de Boston onde vivo os esforços para unir pessoas imigrantes em torno de uma causa comum não são facilmente recompensados. Geralmente pessoas se unem em função de coisas e em organizações e não por causas.

Pertencer a um grupo remonta ao consciente primário de ser parte de uma família. Comunidades se formam em Nome de Deus, de uma fé e um ideal comuns e por devoção a times esportivos. Mas esperar que se unam por uma causa alheia, não é fácil.

As igrejas católicas, os membros de igrejas de denominações evangélicas unidos em função de sua igreja local, as uniões e as fraternidades de pastores, os grupos de igrejas de denominações evangélicas diferentes unidas em torno de uma "visão",  as sociedades como de maçons, os Rotary clubes e as agremiações esportivas, entre os brasileiros são as coalizões que se destacam quando procuramos por sociedades ou agremiações que conseguem manter-se como blocos de pessoas afins.

Mas não mantem-se coesas permanentemente. Tensões em função de disputas de poder, a insatisfação de lideres com outros lideres, as questões morais e os escândalos financeiros, a exacerbação entre relacionamentos de pessoas de destaque do grupo, e no caso específico de igrejas evangélicas, as discórdias doutrinárias tem sido as causas mais comuns de divisão.

Em sociedades como a maçonaria e as igrejas católicas os eventos de discórdias entre membros não as impactam enquanto entidades, ou seja, os membros insatisfeitos e brigados são acomodados dentro da estrutura geral que é mais forte que as separações que ocorrem, conservando-se a Unidade em torno da Organização a despeito dos dissidentes. Em outras palavras, os dissidentes vão embora e a organização permanece intacta.

Este fenômeno não ocorre com a mesma frequência nas igrejas evangélicas. Essas igrejas são como as colmeias, vez em quando soltam enxames. Uma rainha é erguida e leva seu grupo de operários para outra localidade. E as abelhinhas já não trabalham mais juntas, senão cada uma somente em favor de sua própria colmeia.

Contudo, é notória a existência de algum sucesso das iniciativas coletivas nas comunidades imigrantes, quando o alvo é a ajuda humanitária. É a solidariedade o sentimento propulsor e coesivo da participação dos indivíduos quando cada um se sente compelido para socorrer algum enfermo no hospital, no despacho do corpo de um ente querido falecido para o Brasil e em outros casos similares.

Nestes tempos atuais quando a discussão de uma Reforma Imigratória incendeia o Congresso Americano e a própria Sociedade Americana, será que este assunto tornar-se-á uma Causa comum que imigrantes documentados e indocumentados unir-se-ão para batalharem juntos? 

Todo imigrante indocumentado vive o sonho de sua legalização. O desejo principal do brasileiro é visitar seus familiares e retornar aos Estados Unidos para continuar vivendo sua vida. Este é de fato o sentimento básico e determinante na sua aspiração de tornar-se um imigrante residente legal e colocar-se na trilha para tornar-se um cidadão.

O direito mais fundamental e sublime de um cidadão é poder votar e ser votado para cargos de liderança política. Mas convenhamos que para 90% dos brasileiros - avaliação pessoal baseada em averiguações próprias - este é o direito para o qual o brasileiro comum dá o mínimo de importância. 

O debate político efervescente propagado por Brasileiros nas últimas Eleições Presidenciais foi motivado somente pelas questões imigratórias. O resto simplesmente não interessa.

O que tem ocorrido é que o imigrante brasileiro legalizado e cidadão não demonstra nenhuma vontade e ação práticas de se envolver na luta dos que estão na fila para a legalização. Se existe ainda alguém de sua família que precisa se legalizar é possível então que se desperte algum interesse em participar do processo.

Não posso deixar de falar, senão com muita clareza. Conheço inúmeros brasileiros que depois que conseguiram seu “Green Card” esquece-se dos outros que ainda estão na luta por esta conquista. 

Conheço outros que depois que tornaram-se cidadãos desprezam seus conterrâneos e não fazem nada para os ajudarem a conquistar também seus direitos de cidadania plena neste país. 

Eu penso que cada Brasileiro cidadão americano deveria se solidarizar e fazer tudo quanto pode para que outros imigrantes sejam integrados na Sociedade Americana com plenos direitos.

Nesta discussão é importante ressaltar que o imigrante legal paga seus impostos porque em seu processo de legalização lhe foi exigido acertar as contas com o Governo. 

Grande parte dos assim denominados ilegais também pagam seus impostos e terão que acertar sua conta total ao entrarem no processo de sua legalização, doutro modo, jamais serão aprovados. É fato constatado que milhões de cidadãos, nascidos na Terra, não pagam "Income Tax" na proporção direta em que milhões de ilegais já pagam seus impostos.

De fato, todos os habitantes da terra pagam muitos impostos quando fazem suas compras, quando registram e abastecem seus veículos, pagam suas contas de luz, água, cabo, internet e gás, quando viajam de trem, ônibus e avião, pagam pedágio e pagam uma infinidade de taxas e obrigações.

Este debate acéfalo e preconceituoso dos conservadores de interesses próprios de que imigrante não paga imposto deveria dar um passo avante. 

Todos nós, de um modo ou de outro, imigrantes ou descendentes deles, por ligações de um passado distante ou em realidade bem presente devemos nos envolver nesta grande frente de Solidariedade para com milhões de pessoas, novos e velhos imigrantes, que como todo mundo, pisaram e andam dentro deste solo abençoado para viver o verdadeiro Sonho Americano: a Liberdade!


Josimar Salum é um dos líderes do Movimento Brasileiro pela Cidadania www.euqueroficar.com e endossa  www.minhasolucaototal.com




quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Autoridades Confirmadas para a Noite da Cidadania


NOITE DA CIDADANIA - CLIQUE AQUI
21/09 - Sábado - 6 PM - Framingham High School
115 A Street, Framingham, MA 01701

Autoridades Confirmadas para a Noite da Cidadania

Representative Tom Conroy

Ele representa Wayland, Framingham, Marlborough. Ele preside a Comissão de Trabalho e Desenvolvimento da força de trabalho que está a estudar a legislação para aumentar o salário mínimo.

Thomas P. Conroy is an American state legislator serving in the Massachusetts House of Representatives and was a candidate for the Democratic nomination in the 2012 U.S. Senate race in Massachusetts. BornJuly 7, 1962 (age 51), New York City, NY PartyDemocratic Party EducationYale UniversityJohns Hopkins UniversityYale College,Boston University











  • quarta-feira, 14 de agosto de 2013

    História e Documentos da Construção do Movimento

    FACEBOOK  -  BLOG - YOUTUBE


    MOVIMENTO BRASILEIRO PELA CIDADANIA


    Links para Leitura - Documentos de Construção do Movimento Abaixo 









    Nossa comunidade conta com uma ação integrada de nossa parte em favor de seus anseios mais legítimos:

    1 - Tornarem-se cidadãos dos Estados Unidos. Legislação bi-partidária será  apresentada em breve no Congresso e no Senado Federal. É a maior oportunidade dos últimos 20 anos.

    2 - O fim imediato das deportações sumárias. Uma ação firme junto ao Governo Obama pedindo uma paralização das deportações.

    3 - Tirarem suas Carteiras de Motorista segundo Projeto de Lei já em tramitação na Casa dos Representantes e no Senado Estadual.

    4 - Aumento do Salário Mínimo para 10 a 11 dólares para cobrir as perdas inflacionárias dos ultimos anos.

    Josimar Salum
    Elias Monteiro
    Marcos Aurelio Nogueira 


     

    quarta-feira, 19 de junho de 2013

    Por uma Causa. Pelo Brasil de todos os Brasileiros

    Moção de Apoio aos Imigrantes na América e a todos os Brasileiros no Brasil!

    “Nós somos uma idéia. Uma idéia que não pode ser contida, perseguida e nem aprisionada. Nós somos Anonymous.”


    Há mais de 2700 anos atrás um homem reconheceu a dura realidade de seu país e não se calou, confrontou sem piedade os lideres de sua nação e proclamou verdades que hoje ecoam pelas ruas e roças do Brasil.

    Seu discurso milenar é hoje nossa plataforma, nossa âncora firme, nosso barco, nossa prece, nosso destino.

    Ninguém há que clame pela Justiça. Nem ninguém que compareça em juízo pela Verdade. Confiam na vaidade, e falam mentiras; concebem o mal, e dão à luz a iniquidade.

    Não conhecem o caminho da Paz, nem há Justiça nos seus passos; fizeram para si veredas tortuosas; todo aquele que anda por elas não tem conhecimento da paz.

    Por isso o Juízo está longe de nós, e a Justiça não nos alcança; esperamos pela Luz, e eis que só há trevas; pelo resplendor, mas andamos em escuridão.

    Esperamos pelo Juízo, e não o há; pela Salvação, e está longe de nós.

    Porque as nossas transgressões se multiplicaram perante Deus, e os nossos pecados testificam contra nós; porque as nossas transgressões estão conosco, e conhecemos as nossas iniquidades.

    Iniquidade é um ato, ação ou comportamento perverso e maldoso contrário à Moral, à Justiça, à Igualdade, assim sendo, é contra Deus. 

    Prevaricar, abusar do poder, descumprir as leis que regem a moral e os bons costumes, quebrar a confiança e ocasionar a corrupção são iniquidades.

    Praticar o ofício seja politico, eclesiástico ou civil contra as disposições legais, por interesse e má fé; exercer a função pública não como servidor público, mas como senhor da coisa pública são iniquidades.

    Mentir contra o próximo é desviar de Deus, falar de opressão e rebelião, conceber e proferir do coração palavras de falsidade é iniquidade.

    Por isso o Direito se tornou atrás, e a Justiça se pôs de longe; porque a Verdade anda tropeçando pelas ruas do Brasil, e a Justiça não pode entrar.

    Sim, a Verdade desfalece, e quem se desvia do mal arriscasse a ser roubado. E o SENHOR viu, e pareceu mal aos Seus olhos que não houvesse Justiça.

    Quando as colunas da Sociedade se tornam ruínas, quando os filhos da Nação são perseguidos sem causa, quando seus líderes perdem a sua legitimidade por abuso de autoridade, Deus mesmo se torna Intercessor e pelo Seu Braço traz Salvação. 

    Aquele que governa as Nações faz pedras clamarem, nuvens chorarem e oceanos rugirem.

    Somos, assim, não menos, muito para além das fronteiras dos homens, imigrantes, pastores, trabalhadores, estudantes, donas de casa, jovens e velhos, tanta gente de muitas gentes, sem faces e sem nomes, tocamos a trombeta por todos os nossos irmãos e irmãs brasileiros, nesta América de Deus, pela causa do imigrante em todo o País.

    Por não queremos ser egoístas e pensarmos somente na nossa própria vida e causas, hoje tocamos uma Trombeta que entoa uma melodia de Liberdade. Que viaja o Norte e encontra ouvidos por onde seus sons passam, para descansar no Sul, no Brasil.

    Hoje nos pomos de joelhos perante o Deus Justo e Compassivo, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, convocando a todos, por mais longe que esteja a escutarem estas notas musicais de Esperança.

    Hoje clamamos ao Deus de toda a Justiça, para que ouça o clamor do pobre, da viúva, do órfão, do estrangeiro e do necessitado nas terras de nosso Brasil.

    Enquanto muitos oram por aqui, ali e lá também, outros oram nas ruas e nas praças do Brasil.

    Existe tempo de ajuntar pedras e espalhar pedras. Houve um tempo de estar calado, hoje é tempo de falar. Tempo de amar e tempo de odiar; tempo de paz, tempo de guerra.

    Uns oram de joelhos, outros oram uns aos outros, e outros simplesmente oram! Somente Deus ouve!

    Queríamos e sonhávamos por uma manifestação de protesto em paz, contudo governos opressores e déspotas não ouvem pacifistas.

    Moisés, o hebreu escravo que virou estadista, liderou seu povo da opressão do império escravizador para a Liberdade. Sob as pragas e os castigos enviados pelo próprio Deus contra seus feitores e políticos, o povo aguardava o tempo de cantar e dançar em seu arraial gozando de Proteção e Paz. Não há Paz em uma nação onde a Justiça não habita!

    É que o Brasil agora se ergue da Justiça, com uma clava forte no peito e na voz, empunhando um mastro que aponta para o amanhã com renovada esperança, a arma de uma juventude que esperou pelos pais que não se capacitaram, fizeram-se a si mesmos força em expressão que não pode mais ser ignorada, de um povo que finalmente se levantou do berço esplêndido, acordou, para escrever sua História.

    Saiu da inércia, de ser reboque da História, para fazer História, sabendo a hora, responde corajosamente ao desafio, ser geração que não seja conivente com a iniquidade pública.

    E o meu próximo? E cada um de vocês? Um a um, vivemos para ver que um filho do Brasil não foge à luta, não recua, avança e vence; unânimes dizem um Basta!

    Nossa oração, nosso apoio, juntos em uma só Voz. Deus ouve. E isto nos basta! Viva o Brasil!


    Town of Cambridge,
    Massachusetts,
    Estados Unidos da América.
    19 de Junho de 2013


    Movimento Brasileiro pela Cidadania


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