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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

ALERTA: Juiz interrompe mandato da Ordem Executiva.

"Esta é uma ordem injusta, arbitrária e totalmente lesiva contra as famílias imigrantes." Pr. Marcos Aurélio Nogueira, porta-voz do BMNET - Brazilian Ministers Network

BOSTON - Ontem (16/2/2015) o Juiz da Corte Distrital Andrew S. Hanen em Brownsville, Texas, emitiu uma liminar que bloqueia temporariamente o processo dos programas de ações executivas, que foram estabelecidos por ordem executiva em 20 de novembro de 2014. 

A decisão empurra temporariamente de volta a data de início para milhões de imigrantes trabalhadores para cadastrar e candidatarem-se a autorizações de trabalho, que estava planejado para começar no dia 18 de fevereiro de 2015 para a parte do programa presta socorro aos imigrantes que chegaram aqui como crianças, conhecido como DACA. O programa maior DAPA que proporciona um alívio temporário para os pais de filhos que sejam cidadãos americano ou residente permanentes e estava programado para começar em Maio.

"Os imigrantes em Massachusetts irão avançar, independentemente da decisão de hoje, e continuarão se preparando para os programas de acção diferidos que dará dentre estes 65.000 homens, mulheres e crianças a oportunidade de viver, trabalhar e regularizar o seu emprego nos Estados Unidos." disse Eva Millona, diretora executiva Eva Millona, Executive Director of the Massachusetts Immigrant and Refugee Advocacy Coalition (MIRA) "Estamos confiantes de que a liminar será levantada pelo 5º Circuito, e que a ação será derrotado. Aplaudimos Procuradoria Geral Maura Healey para assinar com o amicus arquivado em apoio aos programas de ação diferida."

"Esta decisão deste juiz é um golpe político, anti-imigrante", disse Magalis Tronocoso, Diretora Executivo do Dominican Development Center. "Nós lutamos difícil para essa vitória. Nós não vamos deixar ninguém tirar isso de nós. vamos ganhar a ação no tribunal de apelação, e, em seguida, continuar a lutar por uma solução permanente que inclua um caminho para a cidadania para todos os 11 milhões. "

"Esta é apenas a primeira rodada em um longo, puxado processo legal." disse John Willshire-Carrera, co-manager do Harvard Immigration and Refugee Clinic em Greater Boston Legal Services. "Centenas de juristas concordam que ação executiva do presidente em matéria de imigração são constitucionais e dentro de sua autoridade. Estamos confiantes de que o sistema judicial acabará por rejeitar essa ação no mérito menos que só desperdiça o dinheiro do contribuinte, disenfranchises trabalhadores imigrantes e suas famílias, e rouba muita receita necessária das economias estaduais."

Enviado por


Cristina Aguilera 
MIRA Director of Organizing
caguilera@miracoalition.org
617-999-5919 (cell)


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

5 Dicas para você não se dar mal com a chegada da Reforma Migratória

O grupo de ativistas United We Dream (UWD) divulgou uma lista com 5 dicas que podem ajudar os imigrantes a se prepararem para a ordem executiva
Enquanto esperam, ativistas do grupo United We Dream (UWD) divulgaram uma lista de 5 itens que facilitarão a inscrição no processo
Enquanto esperam, ativistas do grupo United We Dream (UWD) divulgaram uma lista de 5 itens que facilitarão a inscrição no processo
Em 2012, ativistas pressionaram com sucesso o Presidente Barack Obama a assinar a ordem executiva “Deferred Action for Childhood Arrivals” (DACA); uma medida que visa afastar o risco de deportação milhares de jovens imigrantes indocumentados. A ação foi considerada pelos ativistas defensores dos direitos dos imigrantes como a maior vitória do movimento desde 1986. Entretanto, o trabalho está longe de terminar, pois o presidente prometeu promover a reforma do sistema migratório até o final do ano e milhões de imigrantes estão na expectativa. Enquanto esperam, ativistas do grupo United We Dream (UWD) divulgaram uma lista de 5 itens que facilitarão a inscrição no processo, assim que Obama passar a ordem executiva. Durante sua visita a Burma, na Ásia, o presidente reafirmou na sexta-feira (14) que planeja assinar a ordem executiva tão logo retorne aos Estados Unidos.
1.    Cuidado com os “esquemas”:
Tenha cuidado com os “profissionais” que atuam nas comunidades. Não aplique para nada ainda. Não existe nenhum processo de aplicações vigente, portanto, ninguém, incluindo advogados, não pode ainda iniciar qualquer caso.
2.    Economize dinheiro:
Ainda não foi informado o período de aplicação, entretanto, existe a possibilidade da cobrança de uma tarifa.  Comece a juntar dinheiro ou, talvez, abra uma conta bancária, caso já não possua uma.
3.    Prepare os documentos:
Comece a juntar os documentos que comprovem há quanto tempo você vive nos Estados Unidos. Outra dica importante é a listagem prévia de todos os endereços onde o imigrante residiu nos Estados Unidos, incluindo o tempo de residência em cada local. Caso o imigrante possua correspondências antigas (contas de luz/gás ou telefone, extratos bancários ou de cartões de crédito, entre outros) que atestem o endereço, é bom guarda-las.
4.    Adquira documentos de identificação:
Se você já não possui documentos de identificação de seu país de origem, contate o consulado e se informe como obter ou renovar passaportes e carteiras consulares de identificação.  Os imigrantes podem se beneficiar da internet acessando o website: www.cartorio24horas.com.br, na obtenção do original ou cópia da certidão de nascimento ou casamento/divórcio.
5.    Mantenha-se informado:
É importante que os imigrantes mantenham-se informados sobre o assunto através de fontes oficiais. Uma boa opção é manter-se atento aos canais de televisão, jornais e associações comunitárias.
Os interessados podem obter mais dicas sobre o assunto enviando na mensagem de texto a palavra “relief” através do número: 877877, do grupo de ativistas United We Dream.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Reforma Migratória Já!

Reforma Migratória Já!

Mais informações sobre o tema; visite a página do Facebook clicando aqui


Tudo indica que finalmente os Republicanos no Congresso, especialmente os membros da Casa dos Representantes dão acenos positivos para passar uma Reforma Migratória que dê solução de alguma “legalização” para 11 milhões de Imigrantes no País.

Não podemos nos iludir nem com Republicanos nem com Democratas para passarem uma Reforma que pelo menos chegue à altura do Projeto que já foi aprovado pelo Senado. 

Mesmo esse Projeto não sinaliza com Cidadania curto prazo. O que se discute entre os Republicanos é alguma concessão legal sem apresentar um caminho para o exercício da Cidadania plena, que vem somente com o Direito de votar e ser votado.

Conversando sempre com muitos membros de nossa comunidade parece que para muitos este não é um atrativo. Contentariam em poder além de ter sua Carteira de Motorista, Social Security, o direito de poder sair e entrar no país livremente.

Existem milhões de pessoas neste país que são contra qualquer “benefício” a qualquer imigrante indocumentado. Existem milhares delas, influentes, politizadas que estão agora mesmo trabalhando para impedir que qualquer Reforma vá adiante.

Não deixe de participar de iniciativas, manifestações pacíficas, abaixo-assinado, fazer contatos com legisladores, enfim, informar-se e interagir com grupos que estão igualmente trabalhando agora mesmo para que uma Reforma Migratória seja aprovada que seja justa, misericordiosa e que resolva de vez os grandes desafios que nossa grande Nação Americana enfrenta. Porque todos os imigrantes que aqui vivem também são a Nação.


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Obama aceitaria uma Reforma por partes.

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En un inesperado cambio de postura, el presidente Barack Obama dijo que podría aceptar la aprobación de una reforma migratoria fraccionada. Clique nos seguintes links 

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

DIVULGUE EM SEU FACEBOOK, TWITTER, JUST FELLOWSHIP

#noitedacidadania #movimentobrasileiropelacidadania #reformamigratoriaja 

www.euqueroficar.com

REFORMA MIGRATORIA JÁ. NESTE SÁBADO DIA 21/9, 6 PM,  HIGH SCHOOL FRAMINGHAM.

POR FAVOR, USE SEU FACEBOOK, TWITTER, EMAIL. DIVULGUE COMPATILHE ESTE LINK -  

https://www.facebook.com/events/1389649581262360/






domingo, 8 de setembro de 2013

Igreja Católica faz ofensiva por reforma imigratória nos EUA

Domingo, 8 de setembro de 2013 16h36


DA BBC BRASIL 

Os católicos americanos que forem à missa neste domingo deverão ouvir um sermão dedicado à defesa da reforma nas leis de imigração do país.

A mensagem será transmitida em inúmeras paróquias de leste a oeste dos Estados Unidos, em uma ação coordenada pela Igreja Católica.

O objetivo é pressionar a Câmara dos Representantes (a câmara baixa do Congresso), onde a maioria é republicana, a aprovar uma reforma que garanta aos 11 milhões de imigrantes em situação ilegal no país a possibilidade de conseguir a cidadania americana.

A ofensiva, iniciada no mês passado, ganha força neste fim de semana, às vésperas do retorno dos congressistas a Washington, após o recesso de verão.

"O Senado dos EUA aprovou uma legislação que prevê ampla reforma migratória com grande maioria. ''

A Câmara dos Representantes atualmente está avaliando se aborda uma lei de reforma migratória que possa oferecer alívio a milhões de pessoas e suas famílias", diz uma carta da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB, na sigla em inglês) enviada a paróquias de todo o país.
"Agora é a hora de contatar seus deputados e pedir que aprovem a reforma", afirma o documento. 
AÇÕES

A missa de 8 de setembro é apenas uma das diversas ações já em curso. 
Em todo o país, bispos, padres e outros líderes religiosos estão empenhados em telefonemas, troca de mensagens e encontros pessoais com deputados católicos em suas áreas de atuação - especialmente os republicanos, que resistem à reforma defendida pelo presidente Barack Obama.

;"Temos uma estratégia de promover encontros com todos os membros do Congresso da nossa área", disse em entrevista à BBC Brasil o diretor da secretaria de Vida, Justiça e Paz da Arquidiocese de Los Angeles, Jaime Huerta. 
"São grupos pequenos, de seis a 12 pastores, padres e bispos, todos do distrito do deputado em questão, seus eleitores. Queremos nos encontrar com eles cara a cara, não com seus assessores. 

Que eles escutem diretamente de seus eleitores católicos a posição da Igreja sobre uma ampla reforma migratória", afirma Huerta.

A Arquidiocese de Los Angeles é a maior dos EUA. Mas o esforço envolve arquidioceses e dioceses de diversos Estados.
Além desses encontros, também estão ocorrendo marchas em todo o país, algumas com duração de vários dias, passando por áreas de influência dos congressistas, na tentativa de angariar apoio à causa.
Na semana passada, mais de mil pessoas marcharam até o escritório do congressista republicano Ed Royce, em Brea, perto de Los Angeles.
"Por seis meses tentamos marcar um encontro, mas ele estava sempre ocupado. Então decidimos organizar uma procissão, com a participação das 16 paróquias católicas de seu distrito", diz Huerta.
Royce acabou se reunindo com um grupo de 27 líderes religiosos. 
IMPACTO

Outros grupos religiosos também vêm promovendo ações em defesa da reforma migratória, mas a expectativa é que o envolvimento da Igreja Católica tenha um impacto maior no Congresso, onde 30% dos parlamentares seguem a religião.
"Acredito que a autoridade moral da Igreja, combinada com um forte argumento econômico em favor da reforma, dá aos parlamentares conservadores uma posição confortável para apoiar a mudança", disse à BBC Brasil a vice-residente de políticas de imigração do Center for American Progress, Angela Kelley.
Ela lembra que a Igreja exerceu papel importante em outras discussões recentes no país, como o aborto ou os contraceptivos.
A Igreja afirma que sua posição sobre a imigração está ancorada no ensinamento religioso de que é obrigação de um bom governo "receber os estrangeiros com caridade e respeito".
Muitos dos católicos americanos são latinos, grupo especialmente afetado pelas leis de imigração. Huerta, no entanto, lembra que várias outras comunidades também sofrem o impacto.
"Esta não é uma questão apenas latina", afirma. 
DIFICULDADES

Apesar da empolgação dos envolvidos na campanha, ainda há muitas dificuldades até que se chegue a uma ;reforma como a pretendida por Obama.
Em junho o Senado - onde a maioria é democrata - aprovou uma proposta. Mas o tema enfrenta resistência na Câmara. Muitos republicanos são contra a possibilidade de cidadania para imigrantes ilegais.
A expectativa era de que os deputados votassem a reforma em meados de outubro, mas nos últimos dias cresceram os rumores de que a discussão pode ser adiada para 2014, já que restam menos de 40 dias úteis de trabalho no Congresso até o fim do ano e há outros assuntos considerados mais urgentes na pauta.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Reforma migratória: Aliança evangélica e sindicalista entrega 600 mil assinaturas a Boehner

FONTE: BRAZILIAN VOICE - 
A Voz Brasileira nos Estados Unidos

O porta-voz John Boehner vem sendo pressionado para incluir a proposta de reforma migratória na agenda de votações da Câmara dos Deputados
O porta-voz John Boehner vem sendo pressionado
para incluir a proposta de reforma migratória na 
agenda de votações da Câmara dos Deputados

A ação foi resultado de uma aliança formada por vários grupos religiosos, organizações sindicais e ativistas que fazem parte da Aliança em Prol da Cidadania
Na quarta-feira (4), ativistas defensores da reforma migratória se recusaram a deixar que o Congresso focalizasse na possibilidade de os EUA invadirem a Síria entregando 600 mil assinaturas no escritório do porta-voz da Câmara dos Representantes, John Boehner, em Ohio. A mensagem: Nós recusamos deixar que a possibilidade de aprovação de uma reforma migratória morra em virtude de uma agenda lotada.
A ação foi resultado de uma aliança formada por vários grupos religiosos, organizações sindicais e ativistas que fazem parte da Aliança em Prol da Cidadania.
“Uma das coisas que queremos deixar bem claro ao porta-voz Boehner, membros do Senado e da Câmara dos Deputados  e Presidente que essas 600 mil (assinaturas) são simplesmente uma representação dos milhões de pessoas espalhadas pelo país que não irão embora”, disse Troy Johnson, ex-pastor da University Christian Church em Cincinnati, e diretor da Vozes Proféticas de Ohio, uma aliança religiosa estadual que defende causas sociais.
“Nós não deixaremos que a reforma migratória e a possibilidade de legalização sejam postas embaixo da pilha de papéis e no fim da agenda”, acrescentou ele. “Isso é importante demais na vida de 11 milhões para permitirmos que isso se torne baixa prioridade para o porta-voz Boehner, Câmara, Senado e o Presidente”, disse referindo-se ao número estimado de imigrantes indocumentados que vivem no país.
Vários votos estratégicos ainda são necessários antes que a Câmara sequer considere votar em várias propostas individuais ou em um projeto de lei amplo. No momento, o Congresso avalia a possibilidade de permitir que o Presidente Obama permita uma ação militar na Síria em decorrência de o governo atual ter utilizado armas químicas em sua própria população civil, matando mais de 1.400 pessoas. A votação final sobre o assunto poderá ocorrer semana que vem.
Logo após a votação sobre que ação tomar com relação à Síria, o Congresso precisará votar em uma proposta temporária de previsão de gastos para evitar que o governo entre em colapso antes de 30 de setembro. Poucas semanas depois, o limite de débito deverá ser aumentado até meados de outubro para evitar um “calote” nacional. Entretanto, membros da Aliança em Prol da Cidadania adiantaram que aceitarão nenhum desses assuntos serem usados como desculpa para que não seja votada uma reforma migratória, especialmente quando aumenta cada vez mais o apoio.
“Pode me chamar de otimista, mas eu acredito que os nossos legisladores possuem a capacidade de votar em mais de um assunto de uma vez”, disse Jackson, pouco antes de seus colegas ativistas terem lotado o escritório de Boehner com as 600 mil assinaturas.
“Nós não os elegemos (congressistas) para votar somente em um assunto internacional e OK quando for resolvido, então, faremos outra coisa. Eles podem trabalhar com uma agenda múltipla”, disse Jackson. “Qualquer desculpa que alegue que não possamos lidar com a imigração porque estamos trabalhando o orçamento agora por si só já é uma desculpa e não aceitaremos isso. Essas 600 mil assinaturas são uma indicação de que as vozes que levantamos estão deixando os membros do Congresso saberem que a reforma migratória, com a possibilidade de legalização, é algo que não deixaremos passar até que se torne lei”.